Não é era de se esperar qu
e as redes sociais cairíam no gosto de algumas empresas mais modernas e inteligentes que viram nestes espaços uma maneira interativa de se comunicar com seus clientes. Agora que este mercado está em um crescimento vertiginoso, será que a colaboração para manter as redes sociais em pleno desenvolvimento e aperfeiçoamento de suas tecnologias será um bom negócio? Pelo visto não é o que diz Ricardo Almeida no artigo “Os limites do empreendedorismo colaborativo” publicado no site HSM. Diante de ínumeros produtos que diversos desenvolvedores vêm criando ao longo destes últimos 5 anos, poucos se tornam gigantes. E como o próprio autor fala, os desenvolvedores veem como estratégia infalível estabelecer parcerias. Mas quando o olho cresce em buscas de fatias de mercado e receitas maiores, os gigantes não pensam duas vezes na hora de ampliar o modelo de negócio comprando desenvolvedores menores. Twitter agora não é apenas uma rede social como detém a tecnologia de acesso através de celulares e demais dispositivos desenvolvida pela Tweetie.
Se a onda for esta, as empresas poderiam pensar também em dominar a tecnologia de desenvolvedores que burlam os proxys via IP para que o seu cliente utilize a rede social no ambiente de trabalho, por exemplo.
Fonte: HSM Online

Gostei do blog, Igor! bjss