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Será que a imprensa tem sempre razão?

Há muito tempo que eu não escrevo aqui. Foram inúmeros contratempos que fizeram com que eu deixasse a atualização do blog de lado. Também não vi nada de tão interessante que eu pudesse comentar. Inclusive, estou com falta de tempo para ficar vagando pela net em busca de algum assunto interessante.

Mas, essas duas últimas semanas eu prestei a atenção numa discussão entre a Imprensa e a Petrobrás, a respeito do blog que a estatal disponibilizou para toda a sociedade sobre o momento em que ela se passa diante de acusações de irregularidades em licitações e demais problemas que levam à uma CPI. O blog “Fatos e Dados” se tornou um dos principais canais de comunicação e de informação no que se refere às perguntas enviadas pela imprensa para a estatal. Esta responde na íntegra o que seria enviado exclusivamente para o veículo jornalística.

Vários veículos acusaram a Petrobrás de distorcer ou antecipar as informações para defender seus próprios interesses. A própria ABI reconhece como legítimo o blog como meio de se posicionar diante dos fatos e dados discutidos na sociedade graças a imprensa. Temos que ser conscientes que a própria imprensa tem todo o “caminho” para manipular a resposta enviada para se adequar à linha jornalística do respectivo veículo. Isso pode gerar certos ruídos, além da própria distorção da informação original.

O que acontece aqui, é que a Petrobrás encontrou uma forma de se defender legitimamente para toda a sociedade ao antecipar as respostas que seriam enviadas aos jornalistas. Para a estatal, o momento é delicado: em plena crise financeira, pós-descoberta da camada do pré-sal e mobilização nacional para a campanha presidencial de 2010. Prato cheio para a imprensa! Fica a dúvida se é legítimo o questionamento da imprensa sobre essa forma de posicionamento da Petrobrás. Estarei mais atento à essa discussão daqui em diante.

Blog Fatos e Dados: <a href=”http://petrobrasfatosedados.wordpress.com/”>Fatos e Dados</a>

Incoerência…

A engenharia que está por trás dos liks patrocinados é algo muito interessante. Ele associa propagandas à matérias ou a resultados de busca via tags. Claro que surgirão incoerências. Se você quiser procurar por ejaculação precoce no google você vai se deparar, em links patrocinados, propagandas para o aumento de seu bendito cujo. Não foi diferente com a matéria que eu vi no Globo Online hoje. A matéria mostra mais um caso de intolerância religiosa no Rio de Janeiro. Inclusive, eu já falei sobre essa questão empost anterior.

A matéria fala sobre uma patroa praticante de candomblé que foi agredida pela sua empregada evangélica. Mas, o que me chamou a atenção nem foi isso e sim a propaganda em Links patrocinados na página.

imagem

Nada contra evangélicos, mas é que a campanha aqui não tem sentido. A matéria é justamente sobre uma evangélica que agrediu uma praticante de rituais afros (não falo macumbeira porque soa discriminatório) e a campanha é um meio para evangelização. Cada um com a sua religião, mas infelizmente, nessa matéria, os link patrocinado foi ingrato

O valor das marcas esportivas

Olympikus
Adidas
Nike

Me chamou a atenção uma matéria veiculada no portal Mundo do Marketing que fala exatamente do valor das marcas esportivas e o aumento da percepção para com elas na internet brasileira. A Nike agora divide seu espaço com a Adidas, que nos últimos anos fortaleceu sua marca em campanhas, patrocínios, lojas especializadas para aumentar sua participação no market share no segmento esportivo. O mais curioso é a terceira posição, ocupada pela Olympikus. Segundo a pesquisa realizada pelo IBOPE Inteligência e a Troiano Consultoria de Marca isso deve aos fatores preço e distribuição. E na situação da economia brasileira, sobretudo no ramo esportivo, o fator preço ainda é um obstáculo na aquisição de produtos e vestuários originais. Mesmo levando em conta as classes A, B e C -estas que foram entrevistadas pela pesquisa.

Um fato curioso é a aceitação da marca pelos torcedores dos clubes brasileiros pelos quais estas marcas tem como patrocínio. A Reebok tem uma grande aceitação pelos são paulinos, enquanto a Adidas, pelos palmeirenses.

No entanto, o que realmente chamou minha atenção foi a penetração dessas marcas na mente dos jovens através da internet. Em último lugar se vê propaganda na TV (tanto aberta quanto fechada). A grande quantidade de informação absorvida para compra de um produto esportivo é em sites das empresas e comentários de outros consumidores. O que se vê, também, é a busca de informações em redes sociais, o que corrobora a importância delas para o mercado não só esportivo, como também mercados que lidam diretamente com o consumidor final.

O ritual de passagem

O momento tão esperado na vida de um estagiário é sentir a mudança de responsabilidade num ambiente de trabalho. A famosa efetivação! Assumir novos programas, ganhar mais obrigações, aumento de salário, décimo terceiro, férias, participação dos lucros da empresa… Enfim, tudo aquilo de bom.

É essa sensação que eu tive há uma semana. Não só fui contratado como assumi um extenso programa de comunicação interna numa das obras do PAC. A tarefa não é fácil, ainda mais numa obra onde o número de colaboradores poderá chegar a mais de 2.500 até o final do ano. Ficarei como responsável pela gestão da comunicação visual de todos os canteiros referentes ao projeto. A idéia é criar uma identidade visual e alinhar todo tipo de informação que são destinados ao público interno.

Não há nada melhor que ingressar como contratado num ambiente dinâmico e integrado. E numa empresa de engenharia, é fundamental o conhecimento do negócio que é um dos principais motores do desenvolvimento do país.

Estou duzentos por cento motivado, não pelo salário, e sim pela quantidade de desafios que me depararei ao longo do projeto (previsto para 2011 a conclusão).

Mas uma coisa é certo: o Brasil está cada vez mais incomodado com a crise. O número de desemprego aumenta gradativamente e os universitários se veem apreensivos com as ofertas de estágio que promovam a contratação após a graduação. Para aqueles que não tiveram a oportunidade de estagio, ou mesmo de contratação, eu aconselho que se atualizem com cursos gratuitos ou mesmo os pagos com baixo custo de investimento, porque após a retomada da economia, as empresas correrão para contratar novas pessoas. E com certeza, elas irão naqueles que não ficaram parados durante esse período turbulento.

Intolerância Religiosa

Não tenho religião, não sou simpatizante, não frequento culto nem sessão. Respeito apenas àquelas com tradição enraizadas e com forte ligação à cultura. Sou contra a essas criações de novas ceitas que prezam apenas aolher pessoas vulneráveis à loucuras e histórias da caroxinha. Discordo de muita coisa que são sacramentadas pelas leis eclesiásticas, mas acho que todas as religiões deveriam ter o respeito umas às outras. Acho que as pessoas que não acreditam em DEUS e na criação do Universo a maneira religiosa deveriam ser respeitadas como também, estas deveriam ter o respeito por quem acredita. Acredito que a religião mais discriminada seria o Candomblé. Por cultuar “deuses” que seriam a figura dos orixás e por ser uma religião afro-brasileira da época da escravidão.

Há tempos que a mídia coloca a religião afro como algo promíscuo, violento, “sanguinário” (vide a matéria sensacionalista na Revista O Cruzeiro). É muito mais fácil informar uma meia verdade ou a inverdade do que apurar realmente o que se trata determinado assunto. Ainda mais no que diz respeito ao candomblé. Não me refiro aos charlatões que existem por ae, que não se estendem somente à religião afro, mas a todas as que existem.

Resolvi escrever este post após ter visto a matéria que saiu no Extra On line. Conferem ae!

Kiss: Um case de marketing na indústria fonográfica de sucesso

A banda está tocando em São Paulo neste momento e amanhã irá tocar no Rio. Uma pena eu não pdoer ir, visto que já gastei minha cota com shows no Iron Maiden. Que foi sensacional. Mas, o meu motivo de postar hoje, é exatamente sobre o Kiss. Uma banda que eu curto muito e admiro, principalmente pelo fato de pensarem no marketing como estratégia de divulgação do nome, que mais tarde viraria uma marca.
Kiss
Curto muito o som da banda e toda aquela parafernália que acompanha os shows, efeitos teatrais, visuais… Gene Simmons cuspindo sangue, fogo, os captadores de Ace Frehely saindo fumaça… Enfim, pode parecer uito poser e até mesmo um pouco gay para alguns, mas sem dúvida estamos falando de umas das bandas mais famosas na história do Rock N’ Roll e da música mundial.

Tenho eles como os pioneiros em utilizar simples ferramentas de marketing para agregar valor à marca através de inúmeros produtos comercializados desde sua história. Canecas, chaveiros, posters, camisas, bonecos, jogo de videogame, HQs, tênis customizados e até camisinha personalizada os caras já lançaram.

A primeira estratégia de marketing registrada na banda foi quando eles contratam o musical Bratz para abrir o show deles. Além disso, entraram de Limousine em grande estilo. A estratégia contou ainda com o convite de jornalistas, produtores e representantes de gravadoras para assistir à um show do que seria mais tarde uma das bandas de maiores sucessos.

A adoção de maquiagens e figurinos exagerado reforçam o que é ser a banda Kiss. Há quem diga que a fase Unmasked não foi a das melhores vivenciadas pela banda. O que é curioso é o fato de que lembramos muito mais dos personagens  – The Starchild” (Paul Stanley), “The Demon” (Gene Simmons), “Space Ace” (Ace Frehley) e “The Catman” (Peter Criss) – do que dos rostos dos próprios integrantes. Houve várias formações, mas nunca houve uma mudança de personagem.

Ninguém nunca pensaria em plena década de 70 em utilizar o merchandising, como ferramenta de marketing, para divulgar ostensivamente a “marca” de uma banda de rock n’ roll. Gosto muito do som da banda, mas tenho que admitir que se não tivessem uma visão empreendedora e marketeira, com certeza eles não seriam o sucesso que são.

Contra o abuso da arte de anunciar

Não sei como, mas em plena época da revolução digital, 2.0, 2.1, esses upgrades que todo mundo adora adotar para dizer que está atualizado, ninguém ainda regulamentou a propagnda online. Nos jornais e nas revistas sempre achamos interessante a diagramação, mas ainda se preza o conteúdo, as propagandas ficam em páginas separadas (quando o anunciante tem dinheiro), quando não, você sabe que ela tem um espaço próprio para ela. No entanto, na internet, vejo muito pouco essa preocupação. Antigamente, no tempo de conexao discada e revezamento com o meu irmao pela internet aos domingos (pulso mais barato) ficávamos enojados com tantos pop-ups. A internet “revolucionou” e criou os spammers. É a mesma cosia só que não se abre mais janelas, a budega fica ali em cima da tela. Pior são os animados que você tem que correr atrás do “X” para fechar e poder navegar direito no site.

Também são chatos aqueles banners no meio do texto que vocês está lendo. Quebra o tesão pela leitura. Eu, que sou chato, perco a paciência e parto para conclusão.

Estou falando rápido porque tenho que sair para o trabalho, mas eu não vejo a hora de regulamentarem o uso de propaganda na internet e condenarem o abuso e o mau uso de algo que serve apenas para anunciar e nada mais.

Arte na calçada

São poucas coisas que realmente me impressionam e esta é uma delas. Os desenhos não dos melhores, mas o que vale é a criatividade e a noção de profundidade e perspectiva. O nome do autor destas obras é Julian Beever.
Ele não segue um tema em específico. O mais legal é que as pinturas ainda são interativas, levando inúmeras pessoas a tirarem fotos como se estivessem participando da obra.
Little and Large

That hemmed in feelings

Taking the plunge

Confira mais obras de arte no site oficial do Pintor

Minha primeira ida ao Encontro Aberje

Um mês e meio sem postar, ou ao menos passar por aqui. Sei que não sou tão visitado, mas o que importa é que eu continue contribuindo para a blogosfera.

Voltanto à ativa, eu estive nesta última sexta-feira (20) no 28º Encontro Aberje Rio, no auditório da Firjan, no centro da capital. O evento celebrou a posse de Virginio Sanchez, superintendente de comunicação corporativa da Unimed-Rio, do capítulo Rio de Janeiro. Foi uma boa oportunidade de inserção na comunicação empresarial, já que estive em contato com ícones da comunicação empresarial no Brasil. Líderes, diretores e gerentes de comunicação de empresas que contribuem para o crescimento do país.

aberjeriopaulohenriques

O que me despertou a atenção foi a meta de levar para todo o Estado a discussãod a comunciação empresarial. Levar a Aberje para as universidades fluminenses e levar aos estudantes temas e discussões pertinentes à comunicação organmizacional. Eu vejo que ainda existe uma preferência insistente dos estudantes em buscar a oportunidade de trabalho nas agências de PP, RP e Imprensa e nos jornais.

Vamos ver nesses próximos anos o desenrolar disso tudo aqui no Estado. Quero ver mais cursos de comunicação empresarial consistentes e com bons custos para tornar mais acessível a discussão deste tema em cosntante crescimento às estudantes menos favorecidos economicamente.

Branding: Comunicação e Valor de Marcas Corporativas

Apesar de morar no Rio de Janeiro, estou muito inclinado em participar deste curso em São Paulo no dia 20 de março na Aberje. Segue abaixo a descrição do curso:

As mudanças ocorridas no ambiente, mercado e no campo da tecnologia faz com que as marcas passem a ter um papel fundamental para o sucesso das empresas, produtos e serviços. Mesmo sendo intangíveis, as marcas representam hoje um valor financeiro na maioria das vezes muito maior que o patrimônio físico das empresas.

A gestão estratégica deste patrimônio intangível – Branding – passou a fazer parte da agenda da alta liderança das empresas. O valor de uma marca é construído a partir do relacionamento com os públicos estratégicos que se dão através de infinitas mensagens emitidas voluntaria ou involuntariamente por elas. Estamos falando, portanto, de comunicação.

Conhecer os conceitos de Branding e aprender como implementar processos para fortalecer e perenizar o valor de marcas, é hoje, conhecimento fundamental para os profissionais de comunicação.

Objetivos

- Explicar porque Branding tornou-se tão importante.
- Apresentar os principais conceitos teóricos que dão sustentação à pràtica de Branding.
- Demonstrar como Branding pode ser a solução para a integração da Comunicação Interna e Externa.
- Ensinar como planejar e implementar processos de gestão de Marcas.

Conteúdo

Introdução aos principais conceitos

A Importância das Marcas
- A partir de uma análise do contexto atual, explicar os motivos pelos quais as marcas tornaram-se tão importantes.
- O atual Ambiente e Mercado
- O novo consumidor/cliente
- Relacionamento das empresas com seus ”stakeholders”
- Dinâmica da Comunicação: Passado e Presente
- A nova percepção de Valor

Branding
- Um processo estratégico de gestão
- Comunicação Integrada

A importância de Branding
- Empresas de Branding X Agências de Publicidade
- Empresas de Barnding X Consultorias de ”management”

Gestão de Branding
- Investigação
- Diagnósticos
- Estratégia e DNA da Marca
- Arquitetura de Marca
- Disseminação e Alinhamento interno
- Ativaliação: Expressão e Comunicação Pré-ativa
- Avaliação

Branding e Marketing

Branding B2B e B2C

Metodologia
- Aula expositiva
- Apresentação teórica ilustrada através de cases.
- Debate
- Exercício prático em grupo.

Benefícios
- Atualização de conceitos
- Introdução de uma nova visão de gestão empresarial
- Aprendizado de novas ferramentas de gestão da Comunicação

Publico Alvo
Líderes empresariais, diretores e gerentes de comunicão corporativa, relações públicas, analistas e coordenadores de comunicação, profissionais de marketing, profissionais de recursos humanos, assessores de imprensa e profissionais responsáveis em zelar por marcas.

Instrutor(es):
Ricardo Rodrigues: Atualmente elabora e coordena projetos de Estratégia e Gestão de Marcas pela BrandLab. Acaba de finalizar o Projeto de Branding para o grupo de empresas que contém o jornal “O Estado de S.Paulo”. Nos últimos 12 anos atuou em Planejamento Estratégico de Comunicação. Especializou-se em Branding e Comunicação Integrada. Iniciou sua carreira em 1987 como criativo em design gráfico e publicidade. Trabalhou em agências como CVS e Guimarães. Mais tarde na Articultura (atual “Significa”) desenvolveu o conceito de “Comunicação por Atitude”. Já atendeu clientes como o jornal O Estado de S.Paulo, Natura, AGF, Lojas Marisa e Alpargatas, entre outros. Em 1989 recebeu o prêmio “Profissionais do Ano” da Rede Globo, na categoria “Campanha Publiciária”. Possui Mestrado pela Northwestern University (Chicago, IL – EUA) em Integrated Marketing Communications. Além de consultor, Ricardo também é professor e já deu aula nas seguintes instituições: FAAP (Graduação e Pós-graduação), MBA de Branding da Faculdade Rio Branco, Mestrado em Business Communications da FGV, ABERJE (Associação Brasileira de Comunicação Empresarial) e AMPRO. Ricardo é Bacharel em Arquitetura pela Universidade Mackenzie. Anteriormente estudou no Colégio Santa Cruz (SP/SP) onde se formou em 1979.

Data: 20/3/2009 – 9:00 às 18:00 horas

Dia da Semana: Sexta-feira
Local: Av. Angélica, 1757 – 12º andar – Higienópolis
Cidade: São Paulo
Valor: Associado: 600,00
Não Associado: 830,00

Fonte: Aberje

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