Agressividade na web

Não é era de se esperar que as redes sociais cairíam no gosto de algumas empresas mais modernas e inteligentes que viram nestes espaços uma maneira interativa de se comunicar com seus clientes. Agora que este mercado está em um crescimento vertiginoso, será que a colaboração para manter as redes sociais em pleno desenvolvimento e aperfeiçoamento de suas tecnologias será um bom negócio? Pelo visto não é o que diz Ricardo Almeida no artigo “Os limites do empreendedorismo colaborativo” publicado no site HSM. Diante de ínumeros produtos que diversos desenvolvedores vêm criando ao longo destes últimos 5 anos, poucos se tornam gigantes. E como o próprio autor fala, os desenvolvedores veem como estratégia infalível estabelecer parcerias. Mas quando o olho cresce em buscas de fatias de mercado e receitas maiores, os gigantes não pensam duas vezes na hora de ampliar o modelo de negócio comprando desenvolvedores menores. Twitter agora não é apenas uma rede social como detém a tecnologia de acesso através de celulares e demais dispositivos desenvolvida pela Tweetie.

Se a onda for esta, as empresas poderiam pensar também em dominar a tecnologia de desenvolvedores que burlam os proxys via IP para que o seu cliente utilize a rede social no ambiente de trabalho, por exemplo.

Fonte: HSM Online

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experiência com marca nova

Tomei vergonha na cara e resolvi atualizar meu blog. Sou a favor das redes sociais e do uso positivo do blog, mas nos últimos meses andei em off. Meu motivo para escrever se deve ao fato de que estou fazendo uma matéria sobre Gestão de Produtos e Marcas na Pós Graduação em Gestão Empresarial e Marketing na ESPM e estamos aprendendo sobre branding e as experiências vividas com marcas em nosso cotidiano.

BenttleyTudo começou em dezembro de 2009 quando eu estava com uma grana a mais (finalmente eu soube o que era ganhar o décimo terceiro) e resolvi comprar um relógio novo. Só que eu adoro aquele “cebolão” que de longe parece um barômetro. Como sou um pouco pão duro, decidi que não gastaria mais que 200 reais em um relógio analógico e a prova d’água (pego muita chuva pq não ando com guarda-chuva e não tenho saco de tirar o relógio para tomar banho). Sai para as compras e me deparei com uma nova marca de relógios chamada Touch Watches. Achei interessante a marca e vi alguns relógios legais. Observei o stand de dois shoppings até comprar o relógio mais caro. Achei que me sai bem e fui com um relógio “bacana” que lembra este relógio que é um olho da cara.

Até então a experiência de ter um relógio bonito e que me dava algum status, se é assim que podemos dizer. Elogiava a marca, que arrisco em dizer que ela veio para competir com a Swatch só que oferecendo produtos com preços mais em conta.

Em janeiro, resolvi entrar na piscina com ele em pleno dia de verão, a água entrou no relógio. Dei uma de esperto e coloquei no sol para secar. Pode parecer estranho, mas sempre fiz isso e deu certo. Depois de um tempo, percebi que o fundo preto descolou e o relógio simplesmente parou de funcionar. Sem falar que ele ficou disparando o alarme incessantemente durante a madrugada. Quase zuni ele na parede.

Agora começa a pior parte:
Fui no stand para trocar e soube pelo gerente da franquia que está para chegar, pois todas as franquias ficaram sem relógio, especialmente o modelo igual ao meu. Alegavam que estavam esperando a empresa mandar e que levaria um tempo. Me pediram a “gentileza” de ligar na semana seguinte, que com certeza eu receberia. Na semana seguinte, fiz exatamente o que me pediram. Nada! Mais uma vez, me pediram para ligar na semana seguinte, pois segundo eles os produtos estava para chegar de fora do país. Curioso é que eu estava estudando Logistica na pós. Só sei que fiz esse processo de entrar em contato todas as semanas durante dois meses e meio.

A pior coisa é a promessa não cumprida. Ninguém passava a informação concreta. Não podíamos ter o dinheiro de volta e só me restou esperar e ver o veredicto. Enfim, depois de dois meses e meio, o relógio chegou para minha alegria. Saio correndo da pós e vou para a loja no shopping. Ao chegar no quiosque, descubro que o relógio que eu comprei (um dos mais caros) simplesmente me foi vendido como se fosse a prova dágua. E para piorar, todos os vendedores e franqueados foram orientados que eles eram a prova dágua. Ou seja, consumidores foram simplesmente lesados em massa levando-os a um desgaste com as franquias que nada poderiam fazer para reverter a situação, já que eles obedecem procedimentos padronizados pela empresa.

Toda e qualquer experiência positiva que eu tive com a marca foi por água abaixo depois desta constatação. Lembrando que os relógios que eram a prova dágua eram horrorozos e de “lesk”. Como já tinho pago pelo relógio e com certeza o valor já está depreciado, resolvi pegar o mesmo relógio simplesmente por ele ser bonito. As propriedades que me interessavam não me satisfazem mais. Para fechar essa situação com chave de ouro, eu pedi a gentileza de que ajustassem o tamanho da pulseira, pois eu queria sair dali usando o relógio. Para me deixar mais desacreditado da marca, me falaram que não poderiam fazer o ajuste nos fins de semana por razões de segurança. Ainda mais insatisfeito, fui em uma barraca na feira para que pudesse apertar o meu relógio.

E hoje, convivo com um relógio “bacaninha” que faz um barulho chato ao movimentar meu braço. Deve ser alguma coisa enferrujada. Mas não chatearei mais a pobre franquia nem a empresa. Não desejo obter nada mais. A marca não me passa mais a confiança que ela deveria prezar por ser uma marca entrante no mercado. Acredito que outros tiveram o mesmo problema que eu e estão completamente insatisfeitos com o desejo e necessidades não atendidos. Com certeza, não comprarei e nem indicarei a marca para um possivel consumidor em potencial.

TV embutida em revista é a nova forma de publicidade nos Estados Unidos

Imagem do anúncio

A rede americana de televisão CBS uniu-se com a PepsiCo. para lançar nos Estados Unidos uma nova forma de publicidade. Trata-se de uma tela de lcd acompanhada de um chip de 2,7mm que ficará encartada entre as páginas da próxima edição da revista “Entertainment weekly”. A revista será distribuída apenas nas cidades de Los Angeles e Nova York, exclusivamente para assinantes.

O mecanismo funciona da seguinte maneira: o leitor folheia a revista e ao abrir na página onde se encontra a tela, esta exibe imediatamente o vídeo de um anúncio publicitário. A bateria que acompanha a tela pode durar até 75 minutos. O que mais me chamou a atenção é o nível de interatividade. Além da própria interação que a nova publicidade permite, os personagens da série “The Big Bang Theory” (seriado, cujo comercial é veiculado na tv de lcd) serão os responsáveis por ensinar para os leitores o novo jeito de se fazer publicidade durante o comercial. Além desta interação a tv de lcd permite que o prórpio leitor escolha que trechos da série ele deseja assistir ou a propaganda da Pepsi.

Segundo o presidente do departamento de marketing da CBS, George Schweitzer, em entrevista para a revista digital AdAge, é necessário fugir das formas tradicionais de se fazer propaganda em TV, rádio e mídia impressa: “Precisamos encontrar caminhos de entregar nossas amostras nas mãos dos entusiastas do entretenimento”, afirma.

E eu achava que essa interatividade ficasse apenas no jornal “Daily Prophet” da saga de Harry Potter!

50 mil buscas = 1 árvore plantada

Eco 4 PlanetA Google, líder no mercado de buscas na internet, desenvolveu o projeto chamado Eco4planet. Esse site de buscas promete 1 árvore plantada a cada 50 mil buscas. Até agora 4 árvores foram plantadas numa cidade do interior de Sao Paulo e, nesse momento, faltam 8714 buscas para a próxima. A iniciativa é muito boa. O site de buscas é preto, o que reduz em 20% o consumo de energia. O índice de buscas diárias no site do Google é em torno de 1,4bi. Tinha entendido que se levassemos em consideraçao o numeto total e o minimo de buscas necessario para o plantio de arvore, seria necessario plantar 28mil arvores. O que é impossível! Por isso que, ao meu ver, o Google desenvolveu um novo site. No entanto, a unica critica que eu tenho, é que a iniciativa poderia ser melhor divulgada em todos os espaços nas internet, gerando mais acessos ao site de buscas customizado. PAra isso, a empresa necessitaria estudar logisticamente viabilidades de plantio em maior número. O resultado, caso positivo, elevaria a imagem de empresa sustentável e ambientalmente responsavel.

Falando em sustentável, por que o site original do Google nao segue a ideia de substituiçao do branco pelo preto para reduçao do consumo de energia?? A empresa nao ficaria com a sua imagem de empresa sustentavel amarrada apenas ä uma iniciativa sustentavel.

Visitem o site Eco4planet

Discussão numa rodada de crepe

Não curtia crepes, afinal não gosto da massa de panqueca. Não é ruim, mas é algo sem graça. Acaberi de chegar da casa de um grande amigo meu. Fui convidado para comer crepe, no entanto, mesmo não sendo fã, fui para rever os amigos.

Porém algo inesperado aconteceu: em uma rodada de crepes, começamos a discutir sobre a publicidade nas redes sociais. Como muita das vezes, nos encontramos para falar besteira e jogar conversa fora, fiquei espantado com o decorrer da conversa. Nesta discussão, vimos que as empresas ainda se mostram tímidas com anúncios nas redes sociais. É algo recente. Nem nos acostumamos com propaganda na web e nos deparamos com redes sociais, e além disso, novas formas de publicidade em decorrência da proliferação das redes sociais.

ENtrou em questão a qualificação específica para publicidade na internet. Temos hoje, profissionais de marketing, de webdesign e de publicidade, mas ninguém voltado para publicidade na internet. São poucas as especializações e os cursos de graduação nas respectivas áreas ainda nãoa cordaram para o fenômeno.

Quanto à propaganda nas redes sociais, percebo que falta direcionamento no alcance ao público-alvo. Posso vender uma linha de tênis voltada para homens de 20 a 30 anos de classe B e anunciar no orkut. Posso alcançar meu público. No entanto, os meus esforços serão maiores, pois atingirei diversos tipos de públicos das mais variadas classes sociais. Ruim não é, mas o feedback não é o mesmo na mensuração de resultados com este tipo de comunicação.

Para corroborar a importância das empresas se comunicarem com seus públicos de forma clara, objetiva e direionada, a engenharia que está por trás das redes sociais na internet precisa se aprimorar para que um dia, eu possa anunciar meu produto voltado para homens de 20 a 30 anos da classe B e obter o resultado esperado – semelhante a um anúncio em um jornal reconhecido.

 

Pode parecer que não, mas é totalmente diferente da publicidade tradicional. A mensuração é totalmente diferente e um tanto quanto questionável.

Intrigas…

Interessante, mas ultimamente, desde que mudei de emprego, nunca vi táo de perto intrigas no amiente de trabalho. Seja com integrantes de um mesmo setor, ou de setores diferentes. E não são apenas as mulheres que cultivam essas “picuinhas”. Homens também!  O que falta é organizar um encontro, fora do horario de trabalho, para promover um entendimento entre as partes. Mas, eu confesso que não acho fácil isso acontecer. Há casos, que não há cura. E os motivos são dos mais variados. O principal é a perda de oportunidades porque outro tinha, no momento, mais capacitação para assumir o cargo. E nós, da comunicação, ficamos apenas observando tudo isso e erramos em não descobrir uma solução para esse problema. O problema é que essas intrigas alcançam até mesmo nós. E no final, damos uma de bombeiro em ter que apagar o incêndio!

Escolhas e decisões

Não sei por que, mas esses dois últimos meses foram repletos de dúvidas e indecisões quanto à realização de uma pós graduação. Por incrível que pareça, está mais difícil que a escolha da faculdade que estava para fazer há 5 anos.

Naquela época a escolha e a decisão em fazer faculdade de comunicação social – Publicidade e Propaganda foi mais facil porque estava terminando meu curso técnico em Propaganda e Marketing. Agora, recém formado, a escolha foi mais difícil e a tomada de decisão indiscutível. Pensei em Adminsitração na FGV, CBA em Gestão de Negócios no IBMEC, Gestão EMpresarial na Cândido Mendes, MBA em Gerenciamento de Projetos na Cândido Mendes. Daí, tinha decidido fazer pós em gerenciamento de projetos na UCAM. Estava tudo certo, já tinha lido sobre a área e estava decidido a fazer. Então, para me deixar mais na dúvida, vieram os cursos de Comunicação Integrada e 1ª Gerência em Gestão Empresarial e Marketing na ESPM.

A única coisa que me restou foi analisar o cenário profissional atual onde estou inserido, visualizar cenários a curto prazo e médio prazo. Vi no que sou bom e no que posso aperfeiçoar e adquirir mais conhecimentos no campo de comunicação. Então, tomei a decisão que achei mais conveniente. Esta decisão, saiu há pouquíssimo tempo, 30 minutos atrás. Farei 1ª Gerência em Gestão Empresarial e Marketing na Espm. Chega de dúvidas e ler ementas dos cursos. Agora é a hora de meter as caras na pós e trazer os conhecimentos para o meu dia-a-dia na empresa onde trabalho.

Nem me inscrevi para o curso e já estou pensando no MBA que irei fazer após a conclusão da minha especialização.


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